Documentário muito interessante( algumas partes estão sem áudio)
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
quinta-feira, 29 de julho de 2010
CADERNO DE EXERCÍCIOS
Visualização
• Sente-se num local silencioso, onde não corra o risco de ser perturbado.
Apague todas as luzes e acenda uma vela.
Fixe o olhar na chama da vela, o segredo está em não piscar. Mesmo se seus olhos começarem a lacrimejar, não os feche. Esse exercício ajuda a induzir os olhos a um estado alterado, de modo que eles passem a perceber imagens e luzes sutis.
• Realizado o exercício anterior, agora utilize flores vivas (plantadas em vaso com terra).
Observe-as com a mesma concentração e atenção dispensada anteriormente.
Você notará que a aura da planta é muito mais forte e brilhante que a dos objetos anteriormente visualizados.
• Faça o mesmo exercício com vários vasos de plantas, de espécies diferentes. Coloque um vaso perto do outro e observe-os com o máximo de atenção, até conseguir enxergar as auras de todas as plantas ao mesmo tempo.
• Observe um animal (gato, cachorro, etc.) quando ele estiver em repouso.
Procure fixá-lo em um lugar iluminado naturalmente, mas que não seja ao ar livre.
Para conseguir enxergar a aura de animais, você precisará de muito mais concentração do que nos casos anteriores. Por isso, tente relaxar bem, respire profundamente e olhe para o animal sem ansiedade mas com muita atenção. Aos poucos, você verá que, em tomo dele, forma uma aura mais ampla e brilhante que a dos vegetais.
• Observe sua própria aura.
Para isso, ilumine um aposento suavemente, com um abajur.
Sente-se com as pernas sem calças.
Observe suas pernas com atenção. Aos poucos, você notará que sua aura tem um brilho ainda mais forte do que o dos casos estudados anteriormente. Perceberá, também, que já existe uma cor predominante e, além dela, há uma infinidade de outras que se fundem - muito mais intensas do que as dos casos já observados.
•Agora você já está preparado para ver a aura de outra pessoa.
Peça auxílio a alguém que concorde em se deixar observar. Solicite a essa pessoa que use uma roupa sem mangas, para que você comece a observação pela pele nua dos braços. Você perceberá uma espécie de fumaça se formando nessa região.
Aos poucos, a fumaça se fixa e as cores aparecem, com brilho total. Observe-a assim durante um bom tempo.
Depois procure enxergá-Ia de maneira mais ampla, até ver a aura do corpo inteiro da pessoa.
• Peça para a pessoa que está sendo observada que se acomode em uma posição bem confortável, sentada ou deitada. Então, solicite a ela que ouça, com um fone de ouvido, as músicas de que mais gosta. Concentre-se bem, respirando profundamente, e observe a aura dela, especialmente na região da cabeça e dos ouvidos, onde as variações serão mais perceptíveis.
Você notará que a satisfação dela em ouvir as músicas provocará ligeiras alterações na aura, que ficará mais brilhante e harmoniosa.
Fonte: Defesa Psíquica e Espiritual

• Sente-se num local silencioso, onde não corra o risco de ser perturbado.
Apague todas as luzes e acenda uma vela.
Fixe o olhar na chama da vela, o segredo está em não piscar. Mesmo se seus olhos começarem a lacrimejar, não os feche. Esse exercício ajuda a induzir os olhos a um estado alterado, de modo que eles passem a perceber imagens e luzes sutis.
• Realizado o exercício anterior, agora utilize flores vivas (plantadas em vaso com terra).
Observe-as com a mesma concentração e atenção dispensada anteriormente.
Você notará que a aura da planta é muito mais forte e brilhante que a dos objetos anteriormente visualizados.
• Faça o mesmo exercício com vários vasos de plantas, de espécies diferentes. Coloque um vaso perto do outro e observe-os com o máximo de atenção, até conseguir enxergar as auras de todas as plantas ao mesmo tempo.
• Observe um animal (gato, cachorro, etc.) quando ele estiver em repouso.
Procure fixá-lo em um lugar iluminado naturalmente, mas que não seja ao ar livre.
Para conseguir enxergar a aura de animais, você precisará de muito mais concentração do que nos casos anteriores. Por isso, tente relaxar bem, respire profundamente e olhe para o animal sem ansiedade mas com muita atenção. Aos poucos, você verá que, em tomo dele, forma uma aura mais ampla e brilhante que a dos vegetais.
• Observe sua própria aura.
Para isso, ilumine um aposento suavemente, com um abajur.
Sente-se com as pernas sem calças.
Observe suas pernas com atenção. Aos poucos, você notará que sua aura tem um brilho ainda mais forte do que o dos casos estudados anteriormente. Perceberá, também, que já existe uma cor predominante e, além dela, há uma infinidade de outras que se fundem - muito mais intensas do que as dos casos já observados.
•Agora você já está preparado para ver a aura de outra pessoa.
Peça auxílio a alguém que concorde em se deixar observar. Solicite a essa pessoa que use uma roupa sem mangas, para que você comece a observação pela pele nua dos braços. Você perceberá uma espécie de fumaça se formando nessa região.
Aos poucos, a fumaça se fixa e as cores aparecem, com brilho total. Observe-a assim durante um bom tempo.
Depois procure enxergá-Ia de maneira mais ampla, até ver a aura do corpo inteiro da pessoa.
• Peça para a pessoa que está sendo observada que se acomode em uma posição bem confortável, sentada ou deitada. Então, solicite a ela que ouça, com um fone de ouvido, as músicas de que mais gosta. Concentre-se bem, respirando profundamente, e observe a aura dela, especialmente na região da cabeça e dos ouvidos, onde as variações serão mais perceptíveis.
Você notará que a satisfação dela em ouvir as músicas provocará ligeiras alterações na aura, que ficará mais brilhante e harmoniosa.
Fonte: Defesa Psíquica e Espiritual
segunda-feira, 26 de julho de 2010
Eventuais efeitos colaterais da meditação
Eis um artigo que encontrei falando sobre possíveis efeitos colaterais que podem resultado do EXCESSO de meditação.
Sei que muitos seguem minhas indicações meditando no máximo 30 min ao dia e treinando 1 semana cada proeza, no entanto, também podem existir aqueles que pretendem extrapolar.
"Sempre dissemos que a meditação é um método promissor, muito útil, de baixo custo e praticamente isento de efeitos colaterais. No entanto, apesar de bem raros, existem alguns eventos indesejados que podemos encontrar em meditadores.
Alguns efeitos colaterais foram citados pela primeira vez por Benson, Beary & Carol, em texto de 1974 (Benson H, Beary JF, Carol MP. The Relaxation Response. Psychiatry 1974; 37:37-46). Naquela época, existiam apenas relatos esparsos, envolvendo distúrbios de sono e eventuais alucinações; porém, em todas as observações, nenhum dano foi notado entre aqueles que limitaram o número de práticas a um máximo de dois períodos diários de 20 a 30 minutos.
Revisando a literatura em 1979, West encontrou informações de casos dispersos de tentativa de suicídio, comportamento depressivo e surtos esquizofrênicos em indivíduos com perfil psicótico (West M. Meditation.
Brit J Psychiatr 1979;135:457-67). Porém todos esses casos derivaram de prática excessiva, com abuso de oportunidades diárias ou meditações por tempo demasiado.
Craven (Craven JL. Meditation and Psychotherapy. Can J Psychiatry 1989;34:648-653), estudando associações da meditação com a psicoterapia, identificou alguns sintomas como náuseas, tonturas, eventos dissociativos, sensação de culpa,Em nossa, experiência clínica, são raras as ocasiões em que a meditação poderia fazer algum mal. Todavia, quando isso acontece, temos visto que cerca de dois terços dos casos ocorre em pessoas com perfil psicótico prévio, seja já diagnosticado e em tratamento, seja apenas suspeitado pelos profissionais de saúde que o acompanham. Nesses indivíduos (psicóticos), tenho visto que aproximadamente 80% deles costumam piorar quando meditam
Por isso, tenho reiterado que "psicótico não medita", a não ser em alguns casos já tratados, há pelos menos 2 anos sem crise e pelo menos um ano com medicação com dose estabilizada. Ainda assim, nesses últimos exemplos, se requer um orientador experiente.
Dissemos, acima, que dois terços das complicações vêm dos psicóticos. Mas e o restante? Quase sempre vêm de dois grupos: os "praticantes abusivos" e os "buscadores do fenômeno".
Um exemplo de "praticante abusivo" seria o de um indivíduo que nunca meditou, aprende a meditar e, a partir daí, começa a praticar 4,5, 6 vezes ao dia, ou até mais. Sem falar que muitos desses (como mostrou acima o estudo de Kuijpers e colaboradores) ainda associam a meditação excessiva com jejum, privação de sono, uso de substâncias psicoativas, etc.
Os "buscadores de fenômeno" já compõem outro tipo de grupo. Aqui o indivíduo medita buscando sofregamente que "algo" aconteça.
Geralmente, nem mesmo ele sabe bem o que é que "tem" que acontecer, mas ele espera algo fenomenal, absolutamente fora do comum, e angustia-se a cada segundo a mais que o "fenômeno" demora a acontecer. Em outras situações, ele quer "programar" o acontecimento, por exemplo, quer meditar para "ver" Buda ou meditar para "conversar" frente a frente com Jesus, ou meditar para "conhecer" outras galáxias, e assim por diante. Esses "buscadores de fenômeno" não entendem que, o que quer que tenha que acontecer, acontecerá apenas com o exercício adequado e repetido da técnica. Será uma simples conseqüência da prática regular.
Vejam, portanto, que meditar é seguro. São muito incomuns os efeitos colaterais. Com exceção dos psicóticos, eles só acontecem naqueles que querem forçosamente "conduzir" os efeitos, "gerar" as conseqüências da meditação, ao invés de apenas praticá-la tranquilamente. Meditação não é imaginação criativa. Ela é prática, sossegada e sem violentar o processo.
O fenômeno não precisa ser buscado, pois ela já é o próprio fenômeno, quando leva ao seu típico estado modificado de consciência. Na meditação, o imponderável já está presente, em si mesmo, e apenas ele levará a saltos quânticos de consciência, quando e como for oportuno. Basta, apenas, meditar, meditar, meditar... ...e confiar. "
Referência.
Texto "copiado e colado" da autoria de "Dr. Roberto Cardoso".
* Treine DIARIAMENTE , deixando de praticar apenas 1 dia por semana, se achar necessário.
* Treine NO MÁXIMO 30 minutos por dia. Exagerar pode leva-lo a sofrer SÉRIOS disturbios nervosos.
* Treine NO MÁXIMO 2 vezes por dia (sendo de 15 ou 20 min cada).
* NÃO SE ESFORCE DEMAIS, sua mente é bem mais sensível que seus musculos, sendo assim não faça muito esforço ao meditar, se está tendo dificuldade é porque está fazendo algo errado e não por estar fazendo "pouca força". Exagerar pode leva-lo a sofrer SERÍSSIMOS disturbios nervosos.
* RELAXE. Este é um exercício mental e quanto mais calmo e relaxado você estiver melhor será, não tema ou espere pelo fracasso, faça tudo como indicado que não terá problema nenhum.
* TENHA FÉ. Meditação também é "magia" , sendo assim acredite que dará certo. Se você iniciar o treinamento descrente com toda certeza fracassará. Na verdade esta técnica e tão eficaz que tudo que o indivíduo precisa para obter sucesso é estar "neutro" em relação a "acreditar ou não" na meditação.
Sei que muitos seguem minhas indicações meditando no máximo 30 min ao dia e treinando 1 semana cada proeza, no entanto, também podem existir aqueles que pretendem extrapolar.
"Sempre dissemos que a meditação é um método promissor, muito útil, de baixo custo e praticamente isento de efeitos colaterais. No entanto, apesar de bem raros, existem alguns eventos indesejados que podemos encontrar em meditadores.
Alguns efeitos colaterais foram citados pela primeira vez por Benson, Beary & Carol, em texto de 1974 (Benson H, Beary JF, Carol MP. The Relaxation Response. Psychiatry 1974; 37:37-46). Naquela época, existiam apenas relatos esparsos, envolvendo distúrbios de sono e eventuais alucinações; porém, em todas as observações, nenhum dano foi notado entre aqueles que limitaram o número de práticas a um máximo de dois períodos diários de 20 a 30 minutos.
Revisando a literatura em 1979, West encontrou informações de casos dispersos de tentativa de suicídio, comportamento depressivo e surtos esquizofrênicos em indivíduos com perfil psicótico (West M. Meditation.
Brit J Psychiatr 1979;135:457-67). Porém todos esses casos derivaram de prática excessiva, com abuso de oportunidades diárias ou meditações por tempo demasiado.
Craven (Craven JL. Meditation and Psychotherapy. Can J Psychiatry 1989;34:648-653), estudando associações da meditação com a psicoterapia, identificou alguns sintomas como náuseas, tonturas, eventos dissociativos, sensação de culpa,Em nossa, experiência clínica, são raras as ocasiões em que a meditação poderia fazer algum mal. Todavia, quando isso acontece, temos visto que cerca de dois terços dos casos ocorre em pessoas com perfil psicótico prévio, seja já diagnosticado e em tratamento, seja apenas suspeitado pelos profissionais de saúde que o acompanham. Nesses indivíduos (psicóticos), tenho visto que aproximadamente 80% deles costumam piorar quando meditam
Por isso, tenho reiterado que "psicótico não medita", a não ser em alguns casos já tratados, há pelos menos 2 anos sem crise e pelo menos um ano com medicação com dose estabilizada. Ainda assim, nesses últimos exemplos, se requer um orientador experiente.
Dissemos, acima, que dois terços das complicações vêm dos psicóticos. Mas e o restante? Quase sempre vêm de dois grupos: os "praticantes abusivos" e os "buscadores do fenômeno".
Um exemplo de "praticante abusivo" seria o de um indivíduo que nunca meditou, aprende a meditar e, a partir daí, começa a praticar 4,5, 6 vezes ao dia, ou até mais. Sem falar que muitos desses (como mostrou acima o estudo de Kuijpers e colaboradores) ainda associam a meditação excessiva com jejum, privação de sono, uso de substâncias psicoativas, etc.
Os "buscadores de fenômeno" já compõem outro tipo de grupo. Aqui o indivíduo medita buscando sofregamente que "algo" aconteça.
Geralmente, nem mesmo ele sabe bem o que é que "tem" que acontecer, mas ele espera algo fenomenal, absolutamente fora do comum, e angustia-se a cada segundo a mais que o "fenômeno" demora a acontecer. Em outras situações, ele quer "programar" o acontecimento, por exemplo, quer meditar para "ver" Buda ou meditar para "conversar" frente a frente com Jesus, ou meditar para "conhecer" outras galáxias, e assim por diante. Esses "buscadores de fenômeno" não entendem que, o que quer que tenha que acontecer, acontecerá apenas com o exercício adequado e repetido da técnica. Será uma simples conseqüência da prática regular.
Vejam, portanto, que meditar é seguro. São muito incomuns os efeitos colaterais. Com exceção dos psicóticos, eles só acontecem naqueles que querem forçosamente "conduzir" os efeitos, "gerar" as conseqüências da meditação, ao invés de apenas praticá-la tranquilamente. Meditação não é imaginação criativa. Ela é prática, sossegada e sem violentar o processo.
O fenômeno não precisa ser buscado, pois ela já é o próprio fenômeno, quando leva ao seu típico estado modificado de consciência. Na meditação, o imponderável já está presente, em si mesmo, e apenas ele levará a saltos quânticos de consciência, quando e como for oportuno. Basta, apenas, meditar, meditar, meditar... ...e confiar. "
Referência.
Texto "copiado e colado" da autoria de "Dr. Roberto Cardoso".
* Treine DIARIAMENTE , deixando de praticar apenas 1 dia por semana, se achar necessário.
* Treine NO MÁXIMO 30 minutos por dia. Exagerar pode leva-lo a sofrer SÉRIOS disturbios nervosos.
* Treine NO MÁXIMO 2 vezes por dia (sendo de 15 ou 20 min cada).
* NÃO SE ESFORCE DEMAIS, sua mente é bem mais sensível que seus musculos, sendo assim não faça muito esforço ao meditar, se está tendo dificuldade é porque está fazendo algo errado e não por estar fazendo "pouca força". Exagerar pode leva-lo a sofrer SERÍSSIMOS disturbios nervosos.
* RELAXE. Este é um exercício mental e quanto mais calmo e relaxado você estiver melhor será, não tema ou espere pelo fracasso, faça tudo como indicado que não terá problema nenhum.
* TENHA FÉ. Meditação também é "magia" , sendo assim acredite que dará certo. Se você iniciar o treinamento descrente com toda certeza fracassará. Na verdade esta técnica e tão eficaz que tudo que o indivíduo precisa para obter sucesso é estar "neutro" em relação a "acreditar ou não" na meditação.
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